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Motorista alcoolizada atropela seis pessoas em cidade da região metropolitana de São Paulo

Motorista alcoolizada atropela seis pessoas em cidade da região metropolitana de São Paulo

Entre as vítimas estavam três crianças e uma adolescente

 

“É por conta de crimes como esse, provocado por uma motorista que dirigia alcoolizada, que propus e luto pela aprovação do Projeto de Lei 5.395/13, de minha autoria, que prevê tolerância zero para as mortes provocadas por acidentes de trânsito”.

 

Essa foi a opinião da deputada Keiko Ota ao saber do atropelamento de seis pessoas, entre elas, três crianças e uma adolescente, por uma motorista embriagada, em Ferraz de Vasconcelos, município da região metropolitana de São Paulo, ocorrido na quarta-feira (1º/01).

 

Segundo o boletim de ocorrência, em torno de 19h, todos estavam em uma calçada onde as crianças brincavam quando a motorista fez uma manobra e perdeu o controle do carro, que ficou desgovernado e atingiu o grupo. Uma das vítimas ficou prensada entre o carro e o portão da casa.

 

De acordo com a polícia, a suspeita foi submetida a exame de sangue e interrogada, quando confessou ter bebido cerveja antes do acidente.

 

Ela foi solta na quinta-feira (2/01) pela manhã, após o pagamento de uma fiança de R$ 1,5 mil. O carro ficou apreendido por ter irregularidades na documentação.

No sábado (4/01), Nadja Dias Soares, de 38 anos, teve sua prisão preventiva decretada pela Justiça e a Polícia Civil aumentou o valor da fiança para R$ 30 mil. A motorista é considerada foragida.

A secretaria estadual de Saúde informou que duas das meninas atropeladas continuam internadas. Samira Cristina de Oliveira Silva, de 11 anos, está na UTI. Seu estado de saúde é grave, mas estável. Vitória Carolina Ferreira de Jesus, de 15 anos, tem quadro estável e está consciente.

“Embora neste caso não tenha ocorrido nenhuma morte, defendo a punição severa à motorista. Reitero que vou lutar pela aprovação de minha proposta que, no mínimo, vai coibir os motoristas de sair por aí dirigindo embriagados”, finalizou Keiko Ota.